As luxações patelares nos cães são de fácil diagnóstico, que é obtido pelo exame físico dos membros afetados e pelos sinais clínicos apresentados pelo animal. O exame clínico consiste em apalpar a patela nas duas articulações, usando os dedos em forma de pinça (fotos 1,2 e 3), pois a patologia pode estar presente nos dois membros. Deve-se flexionar o membro lateralmente para detectar o escape da patela medialmente (foto 4) e flexionar medialmente para detectar lateralmente(foto 5). As luxações de grau 1 ou 2, normalmente são detectáveis pela pressão medial ou lateral exercida sobre a patela com o membro distendido, causando seu deslocamento do sulco troclear. As luxações de 3º e 4º graus, são mais facilmente visualizadas, pois a patela não encontra em seu leito anatômico (tróclea), podendo ser apalpada com facilidade. Para o diagnóstico definitivo de luxação patelar, o exame clínico é suficiente, não havendo necessidade de RX, entretanto este pode ser necessário nas luxações de 3º e 4º graus para detectar a extensão do grau de deformidades ósseas do fêmur e tibia, processos degenerativos articulares, profundidade do sulco troclear. As posições craniocaudal e lateral, são suficientes.
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